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Crença

Nós nascemos; depois amamos, temos filhos, produzimos conhecimento. 
Se der tempo.
Caso tenhamos tempo, nossa existência pode ser baseada em crenças no ser onipotente – ou na crença da inexistência Dele.
Enquanto crianças, não existe fé apoiada em religião. Aquilo no que se começa a acreditar certamente foi passado de pai para filho, de avó para neto. Absorve-se, repete-se. Mantras, cultos, missas.
Aprende-se a acreditar neste ou naquele deus. Decide-se simplesmente não crer em nada.
O hábito de família, a cultura do povo; a religião ou a falta dela é resultado de influências externas no processo de crescimento.
A criança não sabe no que acredita ao nascer. Ser tão puro ainda em construção… como adivinhar no que vai crer mais tarde?
E de crenças tão variáveis ao redor de todo o mundo, quem estará correto? E quando iremos descobrir?
Existe início depois do fim?
E como saber?
Diante da permanência de tantas incertezas, o debate saudável é sempre válido.
Religião pode ser discutida, sim. Só não deve ser imposta.

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