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Não despreze os sinais

Não despreze os sinais. Conhecemos o início: a novidade grita alto e cada defeito é amenizado.
Claro.
Como impor sobre alguém nossos ideais de perfeição?
Mas é além disso. Mais do que relevar. Mais do que entender nossa diferença.
É ter inteligência, ter ouvidos ao próprio coração sobre o que parece errado. Sobre as histórias que desandaram: já viu que a maioria já estava fadada ao fracasso antes do início? Que se faça as malas por não haver diálogo: essa falta sempre existiu. Que se bata a porta por frieza alheia: receptividade nunca foi o forte dela (e) mesmo, né?
A gente até percebe, mas não dá importância. O clima não ficou pesado de uma hora pra outra; a pessoa não dormiu bem e no outro dia acordou esquisita. Sempre foram água e vinho. Sempre tiveram gênios diferentes. Faltou malícia de farejar o destino.
Seria mais fácil se tivéssemos essa destreza, saber nem começar o que vai acabar estagnando. Que fiquem os aprendizados que no final nos pouparão de acharmos que fomos “surpreendidos”.
Sempre foi estranho. A gente é que não viu.

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